um vento gelado e uma caneca bem quente. daquelas que a gente sente a fumaça no rosto.
abro a janela, e plim!
simples, assim
desejo realizado.
desejando um doce, MUITO doce, pra saciar a ansiedade que formiga pelo esôfago, pelo cérebro.
pela vontade de que as coisas aconteçam. tudo ao mesmo tempo, AGORA.
amanhã faz 3 meses =)
um pouco de mim
- de olhos fechados.
- não gosta de praia. ouve yann tiersen quando sozinha quer se sentir. metida a artista e frustrada estilista. sente-se à vontade com letras minúsculas. desejo? ser dona das palavras.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
o sertão.
o sertão é o que tem de cinzento dentro da gente.
o mundo é rodeado de loucos, e os loucos sempre se encontram.
os dementes racionais, os passionais e os vazios que pouco sabem pra onde correm.
quando ouve uma história, tem outra pra contar. ainda pior, ainda melhor, ainda mais trágica, ainda macabra.
o apego humano transforma o individualismo em sertão. quem aprende a viver no comensalismo cria um sertão dentro de si. e o sertão é frio e cruel quando é preciso ser sozinho.
vai e sofre, se for preciso
aprende a ser forte
e ninguém será mais do que és.
há quem precise viver em colônia. há quem consegue ser da sociedade.
existem parasitas e inquilinos.
somos mesmo do reino animal. nada diferente dos demais seres.
somos animais humanos. e a natureza é perfeita.
o nosso corpo também. e a gente insiste em achar defeitos nele.
o mundo é rodeado de loucos, e os loucos sempre se encontram.
os dementes racionais, os passionais e os vazios que pouco sabem pra onde correm.
quando ouve uma história, tem outra pra contar. ainda pior, ainda melhor, ainda mais trágica, ainda macabra.
o apego humano transforma o individualismo em sertão. quem aprende a viver no comensalismo cria um sertão dentro de si. e o sertão é frio e cruel quando é preciso ser sozinho.
vai e sofre, se for preciso
aprende a ser forte
e ninguém será mais do que és.
há quem precise viver em colônia. há quem consegue ser da sociedade.
existem parasitas e inquilinos.
somos mesmo do reino animal. nada diferente dos demais seres.
somos animais humanos. e a natureza é perfeita.
o nosso corpo também. e a gente insiste em achar defeitos nele.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
detesto
a indiferença.
gente ridícula que não sabe agradecer. que não sabe ser gentil. que não sabe (con)viver em comunidade. e mais ainda gente que escolhe com quem ser amável. eu detesto com vontade!
(essa exclamação reúne toda ira que me rodeia)
mesmo assim eu não deixo de elogiar. faz bem pro ego de quem precisa tê-lo alimentado todo dia.
gente ridícula que não sabe agradecer. que não sabe ser gentil. que não sabe (con)viver em comunidade. e mais ainda gente que escolhe com quem ser amável. eu detesto com vontade!
(essa exclamação reúne toda ira que me rodeia)
mesmo assim eu não deixo de elogiar. faz bem pro ego de quem precisa tê-lo alimentado todo dia.
domingo, 16 de maio de 2010
odiosos pijamas listrados.
se toda revolta coubesse nessas linhas, 2 delas já seriam o suficiente pra queimar vivos todos os filhos da puta que fizeram aquilo. ou melhor, devia-se instituir o empalamento para todos eles. um por um.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
nossos rótulos.nossa marca
imagem não é nada. mentira
dizer que a beleza interna é só o que importa não é verdade. precisamos nos sentirmos atraídos pelo físico para de fato enxergar a beleza. ela pode vir depois, mas nunca deixar de aparecer.
hipócrita quem diz que beleza não é fundamental. a gente dá valor ao que é belo aos nossos olhos. nem tudo o que é bonito pra um é da mesma forma pra outro, mas a beleza está ali, se exibindo pra quem a vê.
e vive mais feliz quem se sente bonito.
definitivamente ninguém repara em quem se esconde. e olhares a gente atrai como a sorte: quanto mais tem, mais vem.
não falo de olhares literais, eu falo de 'olhares-pensamento'. aquele que vem quando a gente reflete sobre coisas e pessoas, que sem querer nos rouba aquela risadinha de canto quando estamos a sós.
é nessa hora que o 'click' da intuição vem e a gente enxerga além.
por isso é importante refletir. afirmo, pensar mais antes de agir é recompensa maior do que petit gateau de sobremesa.
paredes vazias remetem solidão. a manifestação de vida dentro de casa tem tudo a ver com o que temos nas paredes.
paredes preenchidas dão vida, animam, estimulam a criatividade, inconscientemente.
é como ficar um dia sem brinco, ou esquecer do perfume. falta personalidade, falta o supérfluo que nos faz mais 'nós mesmos'.
--
dizer que a beleza interna é só o que importa não é verdade. precisamos nos sentirmos atraídos pelo físico para de fato enxergar a beleza. ela pode vir depois, mas nunca deixar de aparecer.
hipócrita quem diz que beleza não é fundamental. a gente dá valor ao que é belo aos nossos olhos. nem tudo o que é bonito pra um é da mesma forma pra outro, mas a beleza está ali, se exibindo pra quem a vê.
e vive mais feliz quem se sente bonito.
definitivamente ninguém repara em quem se esconde. e olhares a gente atrai como a sorte: quanto mais tem, mais vem.
não falo de olhares literais, eu falo de 'olhares-pensamento'. aquele que vem quando a gente reflete sobre coisas e pessoas, que sem querer nos rouba aquela risadinha de canto quando estamos a sós.
é nessa hora que o 'click' da intuição vem e a gente enxerga além.
por isso é importante refletir. afirmo, pensar mais antes de agir é recompensa maior do que petit gateau de sobremesa.
paredes vazias remetem solidão. a manifestação de vida dentro de casa tem tudo a ver com o que temos nas paredes.
paredes preenchidas dão vida, animam, estimulam a criatividade, inconscientemente.
é como ficar um dia sem brinco, ou esquecer do perfume. falta personalidade, falta o supérfluo que nos faz mais 'nós mesmos'.
--
thekillersplayingnow
In the dark, for a while now
In the dark, for a while now
I can't stay, very far
I can't stay, much longer
Riding my decision home
terça-feira, 11 de maio de 2010
i guess you will say
what can make me feel this way?
quando a gente quer impressionar a gente faz tudo o que não deveria.
sai tudo errado. exatamente como a cena de 'problem child 3: junior in love'. ele tenta conquistar a menina e no momento de nervosismo pré-conquista diz que espirrou e saiu milho pelo nariz. deprimente. a mais pura vida real.
quando a gente não espera, quando a gente não liga, quando a gente deixa de se prostituir pra sermos aceitos pela sociedade cruel, despretensiosamente mostramos a nossa essência, e aí sim - cativamos. é por isso também que não gostamos de quem gosta da gente. conquistamos sem intenções e não sabemos lidar com quem aprecia o que somos de verdade. insistimos em armadilhas para conquistar aquele ser intangível - e não mostramos quem somos justamente para quem mais devia nos enxergar.
e pra isso tem um chavão: josé que gosta de maria que gosta de joão que gosta de antonia que não gosta de ninguém.
e quando a gente abre a cabeça (e o coração) pra infinitas possibilidades, a gente vive mais feliz. a beleza das coisas está em não esperar que elas sejam como a gente define. elas serão autênticas se dermos a oportunidade a nós mesmos de olhar de outra forma. sem esperar nada em troca.
fácil divagar, difícil praticar. vamos chutar o pau da barraca e tentarmos de outra forma? IN!
quando a gente quer impressionar a gente faz tudo o que não deveria.
sai tudo errado. exatamente como a cena de 'problem child 3: junior in love'. ele tenta conquistar a menina e no momento de nervosismo pré-conquista diz que espirrou e saiu milho pelo nariz. deprimente. a mais pura vida real.
quando a gente não espera, quando a gente não liga, quando a gente deixa de se prostituir pra sermos aceitos pela sociedade cruel, despretensiosamente mostramos a nossa essência, e aí sim - cativamos. é por isso também que não gostamos de quem gosta da gente. conquistamos sem intenções e não sabemos lidar com quem aprecia o que somos de verdade. insistimos em armadilhas para conquistar aquele ser intangível - e não mostramos quem somos justamente para quem mais devia nos enxergar.
e pra isso tem um chavão: josé que gosta de maria que gosta de joão que gosta de antonia que não gosta de ninguém.
e quando a gente abre a cabeça (e o coração) pra infinitas possibilidades, a gente vive mais feliz. a beleza das coisas está em não esperar que elas sejam como a gente define. elas serão autênticas se dermos a oportunidade a nós mesmos de olhar de outra forma. sem esperar nada em troca.
fácil divagar, difícil praticar. vamos chutar o pau da barraca e tentarmos de outra forma? IN!
domingo, 9 de maio de 2010
desenterrando.
quem nunca ouviu 'what's up?' e 'what if God was one of us'?
viva nossos anos 90. saudade de apertar REC e gravar uma música sobre a outra.
[agradecimentos especiais ao qualquer que me lembrou da parte importante do 'apertar rec']
tempos bons. back to nineties tonight. again and again and again
pra quem não lembra, baixe essas duas. boas lembranças na certa.
viva nossos anos 90. saudade de apertar REC e gravar uma música sobre a outra.
[agradecimentos especiais ao qualquer que me lembrou da parte importante do 'apertar rec']
tempos bons. back to nineties tonight. again and again and again
pra quem não lembra, baixe essas duas. boas lembranças na certa.
Assinar:
Postagens (Atom)