um pouco de mim

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não gosta de praia. ouve yann tiersen quando sozinha quer se sentir. metida a artista e frustrada estilista. sente-se à vontade com letras minúsculas. desejo? ser dona das palavras.

domingo, 5 de maio de 2013

Thinking out loud

Time flies 
In the meantime the deepest thoughts try to betray oneself

Happiness was so hidden inside
Such weird, so unexpected 
That makes ones feel alive
Even no one can make it endless.

Perhaps all one need is love.
If only love was as easy as fall asleep...

sábado, 4 de maio de 2013

O silêncio da mente em polvorosa

Ao barulho das bocas vazias. Que me sirva de lição mais uma vez.

O mundo é grande mesmo.
Jeito de ser feliz tem vários. Da série 'pequenos prazeres', adoro ver a crew passar, desfilando.
Portas em automático.


domingo, 31 de março de 2013

No escurinho do quarto

Chá de hibisco e amor de mãe.
Paixão nova, de olhos azuis, mas as dores, as mesmas. Amargas e velhas.
A pessoa dona do jogo e das caretices, presenteada com o dom da palavra, roga a dádiva da estima.
E da coragem de viver sua e somente sua vida. Nem que tenha de ser só.
E por que sempre só?
A mim já não cabe responder. Durmo com a incerteza e o desejo.



quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Blues

Se a vida é um solo de guitarra, felicidade é ser pega pelo cabelo ao ritmo do som que entorpece.
O dom da palavra só não supera a genialidade das mãos que blues produz.
Insanidade que consome a criatividade retribui com frases vazias. Necessitadas de bom som.
Ao ritmo lento e agudo um olhar seduz e as palavras parecem conquistar. Desejam ser inebriantes na voz que as proferem.
Puro glamour.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Perpétua a condição de solitude. Inconveniente (e prudente) é a hesitação.
Passou, pensei, a coragem encontrou aquele jeito comum de atrapalhar.
Pensamento flutua e anseia dias de semana. O som da melodia é abstrato.
Nos dedos a possibilidade, na consciência o receio. Ela, a rejeição reina soberana.
Sonetos infinitos em produção involuntária, volto ao chão, meu refúgio, e decido acalmar.
Meu eu palpita emoção. E na falta dela, o corpo entorpecido ama. E deseja acordar melhor.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Balada no eldredon

Em ritmo de jetleg e memória de peixe a terça-feira começa, às 3:38 da manhã.
Chorando sangue pelo sumiço do iPod, unhas roídas de ansiedade applemaníaca, mala semi desfeita, cama convidativa, e sono, decerto está dando uma voltinha pela Terra do nunca. O jeito é aumentar o volume do som e abandonar o edredon. Few hours in a day and too much to do for life.

Sendo assim, hoje é dia de montar no salto e autoestima pra que te quero. Dia de arrasar de roupa nova, de voltar pra rotina frenética e tomar cappucino pra desbaratinar.

Alea jacta est.


domingo, 23 de setembro de 2012

cumpleaños felíz

o melhor da partida é a chance de viver a delícia da chegada.
na mala um pouco mais de nós mesmos, no corpo cansaço, na mente menos vazio. e milhares de imagens que valem uma fortuna cultural. vento no rosto, mochila nas costas, a rota do destino na direção desconhecida. saber do mundo um pouco mais potencializa o pouco de dentro da gente.

nova primavera. a minha e a de todos. um dia de sol meio tímido e pijamas quentinhos. tudo o que eu mais precisava. a vida que a gente leva é o jeito que a gente escolhe pra ser feliz. carpe diem.